INDIE BRONZEADO DIRECTAMENTE DE BRIGHTON
Quarta-feira, 7 Maio - 2008 por Luís Carlos Soares
Artista: The Kooks
Album: Konk
Ano: 2008
Editora: Virgin Records
Costuma-se dizer que o segundo álbum é sempre o mais difícil de ser concebido. Principalmente quando tem de dar seguimento a um primeiro que tenha sido um sucesso, cabendo-lhe não defraudar as expectativas criadas pelo seu antecessor.


Os The Kooks foram uma das bandas revelação de 2006, com Inside In/ Inside Out, álbum de estreia da banda que com temas como She Moves In Her Own Way, Ooh La ou Naive, arrebatou os tops britânicos, tornando a banda num dos maiores fenómenos de popularidade em terras de Sua Majestade. Passaram-se dois anos até ao ansiosamente aguardado segundo álbum, que continuasse o entusiasmante início de carreira da banda de Brighton, com o sucesso de Inside In/ Inside Out e eis que Luke Pritchard e companhia lançam Konk.
Este álbum não foge muito às sonoridades apresentadas no seu antecessor com 12 temas indie, com claras influências provenientes do descontraído e dançável reggae, com letras duma pop que incentiva os mais desafinados a cantarolarem, não se assumissem os The Kooks como uma banda com influências tão distintas como os Police, Jeff Buckley, Velvet Underground ou mesmo de Jack Johnson.
Para além do orelhudo single de lançamento Always Where I Need To Be, de Konk destacam-se Mr Maker como uma autêntica pérola para os amantes da guitarra acústica, o descontraído See The Sun, o energético Do You Wanna (Make Love To Me)?, num álbum que termina com um Tick of Time, num registo pouco polido e espontâneo que não se conhecia em Pritchard.



Texto descontraído, bastante descritivo e com referências plausiveis. Gostava era de te ver a escrever mais em quantidade e sem receio de emitir OPINIÃO. Afinal essa é uma das características da crítica.