Este bestseller no Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos, já traduzido em 40 países foi escrito em apenas três meses por Cecelia Ahern, filha do primeiro-ministro irlandês, Bertie Ahern. P.S. Eu Amo-te transforma a morte em vida, atenuando a dor da perda dos que nos são mais próximos.
A personagem que Cecelia criou e cativou todos é bem diferente dela e do mundo onde se move. Cecelia assume que não queria escrever uma espécie de diário mas sim ficcionar uma história. Assim nasce Holly, uma jovem viúva devastada pela morte prematura aos trinta anos do marido Gerry, o seu inseparável companheiro desde a altura em que eram apenas melhores amigos. Um amor que apenas une almas gémeas e que promete durar para sempre. O que acontece quando ele é subitamente interrompido? Devastada e incrédula, Holly irá encontrar esperança para continuar a viver nas cartas que Gerry lhe deixou destinadas a serem lidas após a sua morte, uma por mês durante um ano.
Cada carta encerra uma tarefa desde os pedidos mais simples aos mais extravagantes e termina invariavelmente com o Post-Scriptum “Eu amo-te”. Holly e as suas amigas irão viver uma série de aventuras desde a diversão nocturna, passando pela performance no karaoke até uma viagem à Irlanda que se revelará determinante para a recuperação da protagonista.
Publicado em 2004, este livro é, neste momento, um dos mais vendidos em Portugal. A história foi transposta em 2007 para as salas de cinema por Richard LaGravenese. Hillary Swank foi a actriz escolhida para interpretar Holly.
FONTE: Portal da Literatura



Um livro que vale a pena ser lido. Uma história bem imaginada com pormenores e personagens consistentes e fortes. Para os mais “românticos” é um livro a não perder, e uma história de fazer prender as lagrimas.
Já o filme é talvez a pior adaptação de sempre de um livro ao cinema. Muda o suporte familiar da personagem principal. Faz desaparecer personagens chave, o que leva a que pormenores e detalhes importantes não se percebam no filme. Muda o país, os princípios, a profissão. Faz com que uma viuva que adora completamente o marido vá para a a cama com um desconhecido sem qualquer motivo para que tal aconteça quebrando por completo o carácter da personagem do livro. Resumindo um autentico desastre. Simplesmente odiei o filme.
Leiam o livro.
Estou a ler o livro é excelente uma historis fantastica que pode aconteçer a cada um de nos em qualquer altura da vida.
Parabens a escritora
Concordo plenamente com o João Simão. Adorei ler o livro até porque foi o único que li do principio ao fim e nunca me perdi o interesse em parte nenhuma. Depois de lê.lo fui alugar o filme porque estava desejosa de ver aquela linda história produzida em filme, que já imaginava enquanto o lia quando apanhei uma grande desiludão. Sabendo eu a história de cor e a ver o filme a passar e a não ter nada a ver uma coisa com a outra. Leiam o livro, asério e não vejam o filme porque vão apanhar uma desilusao. :/
Parabéns à escritora!
Já li o livro e também ja vi o filme.
Simplesmente estou em pleno desacordo com a Inês Serrano e com o João Simão: o filme não é nem “um desastre”, nem “uma desilusão”. Muito pelo contrário.
É certo que alteraram bastante a história original, mas o filme não ficou a perder com isso; de modo algum. O modo como o realizador abordoua história tornou-a muito mais viva e a alteração dos pormenores não prejudicou o filme.
Para quem está a ler este comentário, digo: não liguem ao que os outros dois disseram, porque, pelos vistos, não percebem nada disto, e vejam o filme e leiam o livro.
AMBOS valem a pena!